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De 19 a 27 de junho estamos participando da Feira "Empoderamento Gráfico" do Projeto Inventário.

Em comemoração, durante a participação na feira, estamos oferecendo um cupom de 10% de desconto em todas as nossas publicações.

Visite a feira, conheça os artistas e o projeto e aproveita pra levar um livrinho pra casa!

CUPOM:

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A Nadifúndio foi criada por  Bianca Ziegler  em julho de 2013, no desejo de experimentar formatos de publicações que dialogam entre literatura e artes visuais. A editora nasceu no improviso, com um logotipo rabiscado à mão, uma impressora multifuncional emprestada, cartuchos recarregáveis e pouquíssima experiência com os programas de edição de imagem e diagramação.

O aprendizado veio com a prática, através de experimentações alquímicas de formatos e materiais, da exploração de possibilidades de inserção no universo das publicações independentes e da busca por formação de parcerias.

Atualmente contamos com 16    PUBLICAÇÕES    em diversas linguagens e formatos.

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Além das publicações, a editora vem também realizando diversas    AÇÕES    junto ao público como oficinas, proposições artísticas, propostas de publicações coletivas, ações por meio das quais procura constantemente reinventar formas de estar junto e de pensar as relações entre processo de produção, livro, artista e público.

O termo que dá título à editora faz referência ao trecho do poema V do livro “O guardador de águas” de Manoel de Barros:

nadifúndio é lugar em que nadas/ lugar em que osso de ovo/ e em que latas com vermes emprenhados na boca. porém. o nada destes nadifúndios não alude ao infinito menor de ninguém. nem ao néant de sartre. e nem mesmo ao que dizem os dicionários: coisa que não existe. o nada destes nadifúndios existe e se escreve com letra minúscula.

Essa poesia - que localiza alguns pontos de fissura nas relações entre homem e o mundo habitado por ele quando direciona nosso olhar para a beleza das coisas desimportantes, ao tratar desse abandono que precisa ser olhado com cuidado - compõe a matéria das forças que nos movem a construir (e depois desbravar, de olhos fechados), nesse território infinito do livro, espaços (im)possíveis..